Ela sente tudo, pensa em mil coisas e tem um universo inteiro dentro de si.

A história da Ana é a história de milhares de meninas com TDAH que crescem achando que são "diferentes demais", até que alguém finalmente explica que o cérebro delas funciona de um jeito próprio. E que isso pode ser uma força.

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Janaine Cavalcanti com o livro

Você conhece uma menina que parece estar sempre "no mundo da lua"?

Ana com livros e cérebro

Ela é criativa, curiosa, fala rápido e pensa mais rápido ainda. Mas na escola, escuta que precisa "prestar mais atenção". Em casa, ouve que precisa "se esforçar mais".

O TDAH em meninas é diferente. Menos agitação visível, mais turbilhão interno e quando ninguém percebe o que está acontecendo, a menina cresce acreditando que o problema é ela.

Estudos mostram que meninas recebem o diagnóstico de TDAH, em média, 5 anos mais tarde do que meninos. Cinco anos acreditando que são preguiçosas, desorganizadas ou "burras", quando na verdade têm um cérebro que processa o mundo de forma diferente.

Esse livro existe para que nenhuma menina precise esperar tanto.

"Ana, a menina com um universo dentro de si"

Ana tem o pensamento acelerado. Esquece as coisas. Se distrai com facilidade. Mas também enxerga o que ninguém enxerga, cria o que ninguém pensou em criar e sente o mundo com uma intensidade que poucos conseguem acompanhar.

Esse livro conta a história de uma menina que descobre que seu cérebro funciona diferente, e que "diferente" pode ser o começo de algo muito potente.

Escrito para ser lido junto: pela criança que precisa se reconhecer, e pelo adulto que precisa entender.

Ana segurando balão cérebro

Para quem é esse livro?

👧 Para a criança

Para meninas (e meninos) que sentem que pensam "rápido demais", que se distraem com facilidade e que já ouviram que precisam "se comportar melhor". A Ana vai mostrar que o cérebro deles funciona de um jeito próprio, e que isso tem nome, tem explicação e tem solução.

👩 Para mães e pais

Para quem percebeu que o filho não é "difícil", é diferente. E está buscando uma forma de explicar o TDAH sem assustar, sem rotular, com acolhimento e com base na ciência.

🏫 Para educadores

Para professores e psicólogos que convivem com crianças neurodivergentes e querem uma ferramenta leve para abrir a conversa sobre TDAH em sala de aula ou no consultório.

Escrito por quem estuda o cérebro TDAH e vive com ele todos os dias.

Janaine Cavalcanti

Janaine Cavalcanti

Autora • Pós-doutorado em Ciências Médicas

Eu sou a Janaine. Tive meu diagnóstico tardio de TDAH aos 37 anos, e depois de TEA. Tenho pós-doutorado em Ciências Médicas e sou fundadora da Znith Saúde.

Criei o @oh.tdah, que hoje é a maior comunidade de TDAH em português, com mais de 347 mil pessoas. Já ajudei milhares de adultos a entender como o cérebro TDAH funciona e a construir estratégias que respeitam esse funcionamento.

Escrevi esse livro porque sei o que acontece quando uma menina com TDAH cresce sem entender o que está acontecendo com ela. Eu fui essa menina.

A Ana carrega o que eu gostaria de ter ouvido quando criança: que o seu cérebro não é um problema. É um universo.

Marione Otto

Marione Otto

Ilustradora • Mestre em Arquitetura • Gaúcha de Sapiranga

As ilustrações do livro foram criadas por Marione Otto, gaúcha de Sapiranga, mestre em arquitetura e diagnosticada com TDAH na idade adulta.

Marione traz para cada página um olhar único, o de quem conhece por dentro o universo de uma menina que pensa diferente. Suas ilustrações não apenas decoram a história: elas são a história.

O que tem dentro desse livro?

  • Uma história que a criança se reconhece, — sem linguagem clínica, sem rótulos assustadores
  • Explicações visuais sobre como o cérebro TDAH funciona — com ilustrações que fazem sentido para quem pensa em imagens
  • Validação: a criança entende que o que ela sente tem nome e tem explicação
  • Caminhos práticos: a história mostra que existem formas de lidar com a distração, a desorganização e o pensamento acelerado
  • Um convite para que o adulto participe, perguntas e momentos de conversa ao longo da leitura

Por que a Ana existe?

A maioria dos livros infantis sobre TDAH foi escrita para explicar o transtorno. A Ana foi escrita para a criança se reconhecer nele. A diferença é sutil, mas muda tudo: quando a criança lê e pensa "isso acontece comigo", ela sai da vergonha e entra no entendimento. E quando o adulto lê junto e entende o que está por trás dos comportamentos, o olhar muda, de cobrança para acolhimento.

Esse livro foi construído com base em evidências científicas, traduzidas para a linguagem que uma criança de 6 a 12 anos consegue absorver. Sem simplificar demais. Sem complicar.

O que estão dizendo sobre o livro

Feedback: Oiiiieee! Vi o livro e parece q vc está contando minha estória.
Feedback de anaraga08: Eu sou uma das Anas... Diagnosticada aos 43a.
Feedback: Que ideia sensacional para ajudar no diagnóstico de meninas ainda na infância!
Feedback: Eu estou encantada com sua atitude em escrever um livro infantil voltado para meninas com TDAH.
Feedback de karenqueirozdk: Perfeição! Que livro perfeito. Amei!

O diagnóstico precoce muda a história de uma criança. Esse livro pode ser o primeiro passo.

Quando uma criança com TDAH entende como o seu cérebro funciona, ela para de se culpar e começa a se conhecer. E quando o adulto ao lado dela entende isso junto, a relação muda.

A Ana foi escrita para abrir essa conversa, com ciência, com cuidado e com a certeza de que entender o TDAH cedo faz toda a diferença.

Ana astronauta QUERO O LIVRO DA ANA →

Perguntas Frequentes

Ana com gatinho
Para qual faixa etária o livro é indicado?
A história foi escrita para crianças de 6 a 12 anos, mas funciona como ferramenta de conversa para qualquer idade — inclusive para adultos com diagnóstico tardio que querem ressignificar a própria infância.
Precisa ter diagnóstico para ler?
Não. O livro ajuda tanto crianças já diagnosticadas quanto aquelas em investigação. Também é útil para irmãos, colegas de classe e qualquer criança que conviva com alguém neurodivergente.
O livro é baseado em ciência?
Sim. Foi escrito por uma pesquisadora com pós-doutorado em Ciências Médicas e certificação profissional em TDAH. As informações refletem o que a ciência atual entende sobre o funcionamento do cérebro TDAH.
Posso usar o livro em sala de aula ou consultório?
Com certeza. A linguagem foi pensada para funcionar como ferramenta de psicoeducação em contextos escolares e clínicos.
O livro fala só de meninas?
A protagonista é uma menina porque o TDAH feminino é subdiagnosticado e precisa de visibilidade. Mas a história e as explicações se aplicam a qualquer criança com TDAH.